Hacker venezuelano preso por supostamente roubar US$ 1,9 milhões em bitcoin.

As autoridades policiais venezuelanas prenderam dois hackers que supostamente roubaram cerca de US$ 2 milhões de uma central local de criptografia.

A polícia venezuelana prendeu dois hackers que supostamente roubaram perto de US$ 2 milhões de uma central local de troca de criptografia. Os dois acusados usaram protocolos de ofuscação para cobrir seus rastros, mas a polícia conseguiu rastrear o roubo até uma empresa à qual estão associados. O Corpo Venezuelano de Investigações Científicas, Criminais e Criminalistas (CICPC) prendeu recentemente os dois cibercriminosos. O Kevin Diaz de 34 anos e o José Manuel Mendoza de 33, supostamente roubaram 1,93 milhões de dólares de Bitcoin no momento em que foram escritos.

Os dois suspeitos estavam associados à PROINSA CA.

O acusado usou protocolos de ofuscação para cobrir as pistas, mas o CICPC ainda conseguiu rastreá-las. A agência de investigação, o maior órgão policial nacional da Venezuela, trabalhou com o provedor nacional de serviços de Internet CANTV para rastreá-los. De acordo com os relatórios locais, os dois suspeitos estavam associados à PROINSA CA, uma empresa cujos servidores Bancar Exchange, segundo informações, utilizavam. Não está claro como os dois supostos criminosos estavam associados à empresa. CICPC afirmou, „os acusados acessaram os sistemas, contornando toda sua segurança e, por sua vez, realizaram várias transações num total de 101 bitcoins, que não foram autorizadas pela empresa Bancar“.

Os venezuelanos se voltam para a moeda criptográfica em meio a uma hiperinflação crescente.

Como relatado anteriormente, as forças armadas venezuelanas estabeleceram uma nova instalação conhecida como o Centro de Produção de Ativos Digitais do Exército Bolivariano da Venezuela, que já iniciou a mineração de moedas criptográficas como a Bitcoin para garantir fundos. O General Lenin Herrera disse que o objetivo da mineração de recompensa em bloco era „fortalecer e auto-sustentar nossas unidades do Exército Bolivariano“. O país sul-americano vem sofrendo de hiperinflação há muito tempo por causa da agitação política. A Venezuela continua a enfrentar sanções dos EUA e de outros países e não pode participar do comércio internacional.